A fila já anuncia o que vem pela frente: olhos puxados, corpos negros e cabelos loiros.
Embarcando
3 de fevereiro de 2010 Marcadores: ÁfricaViagem ao continente negro
1 de fevereiro de 2010 Marcadores: ÁfricaPeço liçenca ao André e a esse blog latino-americano para começar a relatar a próxima viagem.
Matéria alucinante
9 de dezembro de 2009Queridos,
o trecho mais alucinante da nossa viagem (literalmente) já está publicado pelo UOL.
Vejam as fotos e a matéria no link:
http://viagem.uol.com.br/ultnot/2009/12/09/ult4466u777.jhtm Leia Mais…
Duelo de titãs
1 de dezembro de 2009 Marcadores: ChileQueridos,
Ontem, enquanto um vídeo do deserto do Atacama com um texto meu convidava leitores/viajantes aventureiros, outro video foi postado no caderno de viagem do Uol.
O 'concorrente' foi feito pelo Dezinho, na Ilha de Páscoa. Vale a pena dar uma olhadinha na dança polinésia que ele registrou durante a nossa passagem.
Seguem os links:
Atacama:
http://viagem.uol.com.br/ultnot/multi/2009/11/28/0402386EDCB17366.jhtm?um-tour-pelos-pontos-turisticos-do-deserto-doatacama-0402386EDCB17366
Ilha de Páscoa:
http://viagem.uol.com.br/ultnot/multi/2009/11/30/0402316EE4995386.jhtm?veja-trecho-de-show-de-danca-na-ilha-de-pascoa-0402316EE4995386
Parece que estamos chegando...
23 de novembro de 2009 Marcadores: Brasil´O caminho nunca dorme´
(Catupecu Machu)
Parece ridículo, mas voltamos para São Paulo, há quase dois meses, mas ainda tenho a sensação que não cheguei.
O corpo ainda estranha a roupa com cheiro de casa;
Os pés não se acostumam a pisar o mesmo solo por muito tempo;
Os olhos não se cansam de procurar novas cores;
Os amigos não se cansam de quererem matar a saudade;
As histórias não se repetem, um dia sequer;
E eu ainda não me dei conta de que desembarcamos de uma viagem de quase nove meses de estrada, 84 cidades visitadas, mais de 40 mil quilômetros e, pelo menos, o dobro do número de histórias e sensações.
Ainda estamos longe, mas bem mais perto.
Por isso, desculpamos algumas ausências, alguns silêncios e alguma falta do que falar.
O silêncio tem sido uma vitamina estimulante para as nossas almas.
Obrigado a todos aqueles leitores/testemunhas que nos deram o ânimo necessário para seguirmos viagem.
Ao velho e eterno irmão espiritual que me ensinou a pisar como inca, Fred;
À preocupação ingênua (mas cautelosa) da velha amiga, Érika;
À curiosidade e a precoupação (não necessariamente nessa mesma ordem) da minha alma, Chris;
À força sobrenatural e estimulante da aprendiz que virou mestre, Simone, do Brasil;
À poesia profunda, escrita no fundo da alma, de uma de minhas grandes mestras, Simone (que lá das terras geladas, aqueceu-se com nossas palavras aprendidas na terra da Pacha Macha e de Tupã;
À curiosidade infantil e ingênua (mas de ouvidos interessados) da caçula dos nossos tripulantes virtuais, Suellen;
À voz aflita que nos atendia na calada da noite, quando as nossas almas estavam vazias de amigos conhecidos, Cleide;
À menina irriquieta que, não se contentando com o que ouvia, resolveu fazer as malas e ir lá longe para conferir, de perto, o que estávamos fazendo, Ana;
E a todos os outros que andavam por aqui para bisbilhotar (e dividir) um pouquinho o que estava acontecendo.
Estamos de volta, mas 'o caminho nunca dorme'.
(Catupecu Machu)
Parece ridículo, mas voltamos para São Paulo, há quase dois meses, mas ainda tenho a sensação que não cheguei.
O corpo ainda estranha a roupa com cheiro de casa;
Os pés não se acostumam a pisar o mesmo solo por muito tempo;
Os olhos não se cansam de procurar novas cores;
Os amigos não se cansam de quererem matar a saudade;
As histórias não se repetem, um dia sequer;
E eu ainda não me dei conta de que desembarcamos de uma viagem de quase nove meses de estrada, 84 cidades visitadas, mais de 40 mil quilômetros e, pelo menos, o dobro do número de histórias e sensações.
Ainda estamos longe, mas bem mais perto.
Por isso, desculpamos algumas ausências, alguns silêncios e alguma falta do que falar.
O silêncio tem sido uma vitamina estimulante para as nossas almas.
Obrigado a todos aqueles leitores/testemunhas que nos deram o ânimo necessário para seguirmos viagem.
Ao velho e eterno irmão espiritual que me ensinou a pisar como inca, Fred;
À preocupação ingênua (mas cautelosa) da velha amiga, Érika;
À curiosidade e a precoupação (não necessariamente nessa mesma ordem) da minha alma, Chris;
À força sobrenatural e estimulante da aprendiz que virou mestre, Simone, do Brasil;
À poesia profunda, escrita no fundo da alma, de uma de minhas grandes mestras, Simone (que lá das terras geladas, aqueceu-se com nossas palavras aprendidas na terra da Pacha Macha e de Tupã;
À curiosidade infantil e ingênua (mas de ouvidos interessados) da caçula dos nossos tripulantes virtuais, Suellen;
À voz aflita que nos atendia na calada da noite, quando as nossas almas estavam vazias de amigos conhecidos, Cleide;
À menina irriquieta que, não se contentando com o que ouvia, resolveu fazer as malas e ir lá longe para conferir, de perto, o que estávamos fazendo, Ana;
E a todos os outros que andavam por aqui para bisbilhotar (e dividir) um pouquinho o que estava acontecendo.
Estamos de volta, mas 'o caminho nunca dorme'.
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